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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Meia do Atlético-PR suspeito de homicídio é transferido para prisão Segundo publicações argentinas, Luciano Cabral foi enviado da delegacia onde estava para um centro penitenciário na cidade de San Rafael, na Argentina

Por Curitiba
Luciano Cabral, Atlético-PR, treino (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)Luciano Cabral não se apresentou no Atlético-PR e clube ainda define o que fazer (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)
O meia do Atlético-PR, Luciano Cabral, foi transferido da delegacia para a penitenciária de San Rafael, província de Mendoza, na Argentina. Cabral é suspeito de envolvimento no homicídio de um homem de 27 anos ocorrido no dia primeiro de janeiro, em sua cidade natal, General Alvear, também na província de Mendoza. Além dele estão presos seu pai, Juan Cabral, e um adolescente de 17 anos, que foi identificado como primo de Cabral. As informações são dos jornais Dias del Sur e Uno, da Argentina.
Cabral está preso desde o dia 5 janeiro, quando se apresentou à delegacia espontaneamente, mas acabou detido por decisão da Justiça. Em seguida, o jogador foi denunciado pela polícia argentina como suspeito no envolvimento do crime. 
Nesta semana, a expectativa era de que Cabral fosse solto a pedido de seu advogado, Gustavo Nedic, que afirma que o jogador é inocente e não estava no local do crime. Ainda não há informações se a transferência dele representa a negação do pedido de liberdade. 
Emprestado em julho de 2016 ao Atlético-PR pelo Argentino Junior, Cabral tem contrato até o julho de 2017 com o Furacão. A diretoria do Atlético-PR ainda não tomou nenhuma decisão sobre o futuro do atleta. O presidente do Atlético-PR, Luis Sallim Emed, disse que espera mais notícias para definir. 
Argentino naturalizado chileno, Luciano Cabral foi preso no dia 5 de janeiro em sua cidade natal de General Alvear, na província de Mendoza. O motivo do crime ainda não foi revelado, mas a principal suspeita seria de um acerto de contas entre eles. Dias após o crime e a prisão de seus familiares, Cabral se apresentou espontaneamente à polícia, mas a decisão da Justiça argentina foi de mantê-lo preso. Um dia depois, ele foi denunciado e permanece preso. 
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