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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Palmeiras retoma conversas por Borja e tenta dobrar presidente do Nacional Vontade do atacante colombiano de jogar no futebol brasileiro, e não na China, faz presidente do clube de Medellín começar a ceder às investidas palmeirenses

Por São Paulo
Miguel Borja Atlético Nacional (Foto: Divulgação)Negócio precisa ser fechado até sexta-feira que vem, dia 17, quando fecha a janela (Foto: Divulgação)
Depois de considerar inviável a contratação de Miguel Borja – a não ser que o Atlético Nacional diminuísse a pedida de 15 milhões de euros (cerca de R$ 51 milhões) –, a diretoria do Palmeiras voltou à carga nos últimos dias para contratar o atacante colombiano.
Até a semana passada, ainda havia a expectativa de uma transferência para a Itália, o que não se concretizou. Fechada a janela europeia, restava a forte concorrência da China, centro que o jogador de 24 anos teria recusado em seguida, apesar de pagar melhor do que o oferecido pelo futebol brasileiro.
Diante das poucas alternativas, o Nacional aceitou negociar valores. As conversas estão sendo tocadas direta e diariamente pelo presidente do clube de Medellín, Juan Carlos de la Cuesta, e o homem forte do futebol palmeirense, o diretor Alexandre Mattos.
A nova oferta do Palmeiras seja para adquirir apenas parte dos direitos econômicos (entre 50% e 70%). Para isso, o clube teria ajuda financeira da OTB Sports, empresa que agencia a carreira de jogadores, como o atacante Dudu, e entrou no negócio já no ano passado.
Nova tentativa do Palmeiras seria para compra de apenas parte dos direitos econômicos do atacante
Nenhuma das partes confirma, mas, segundo Óscar Ignacio Martán, presidente do Cortuluá (clube anterior de Borja) e também representante do atleta, o Palmeiras tem feito "um esforço muito grande".
A data limite para que o negócio se concretize neste primeiro semestre é apenas 4 de abril, quando se encerra a janela de registro do Brasil. A janela do país de saída não precisa estar aberta.
Embora o técnico Eduardo Baptista tenha dito no último domingo que não precisa de reforços, a chega de Borja já se tornou uma espécie de desafio da gestão do presidente Maurício Galiotte, que ainda tenta a contratação de um atacante para suprir a saída de Gabriel Jesus. 
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