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sexta-feira, 3 de março de 2017

Sem Amaral, Mancini tem quebra-cabeça para estreia na Libertadores Com a lesão do volante, a Chape perde uma importante peça no sistema tático utilizado pelo treinador; comandante precisa encontrar opções dentro do plantel

Por Chapecó, SC

Luiz Antonio Chapecoense (Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)Luiz Antonio vem ganhando espaço na Chapecoense (Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)
A perda do volante Amaral, que rompeu o ligamento do joelho no contra o Atlético Mineiro, pela Primeira Liga, é um golpe grave ao sistema tático utilizado por Vagner Mancini no início desta temporada. O jogador era o principal responsável pela marcação no meio de campo do time verde e branco. Ao lado de Andrei Girotto, que sai um pouco mais para o jogo, Amaral esteve em campo em todos os jogos da Chapecoense no estadual e em um da Primeira Liga, justamente quando saiu lesionado. Além do desfalque de um titular de boa marcação, a Chape também é um dos jogadores mais experientes do jovem grupo.

Com laterais que apoiam constantemente o ataque, Amaral recuava até o meio dos zagueiros onde fechava a marcação com três homens. Assim, o Verdão conseguia recompor o sistema defensivo rapidamente em casos de contra-ataque. Sem ele, Mancini precisa encontrar uma alternativa para não ser surpreendido pelos adversários.
LUIZ ANTONIO OU NADSON
Luiz AntonioA única vez que Amaral não foi titular - com o time principal em campo - foi no jogo contra o Joinville, no Campeonato Catarinense e, mesmo assim, entrou no decorrer da partida. O substituto na ocasião foi Luiz Antonio, que jogou mais adiantado, como segundo volante, enquanto Andrei Girotto ficou um pouco mais recuado, na marcação. Com esta formatação, o time ganha em criatividade no meio de campo, pois Luiz Antonio tem qualidade elevada de passe e boa visão de jogo, mas perde em marcação, já que Girotto também sobe bastante ao ataque. Com laterais que constantemente chegam a linha de fundo, a equipe verde e branca fica desguarnecida na defesa e suscetível a contra-ataques. Diego Renan é uma boa opção na lateral caso o treinador queira manter uma segurança defensiva. 
NadsonContratado como meia, Nadson é um jogador polivalente. Na Chapecoense já fez a função de segundo volante, ponta e meia de armação. Utilizado frequentemente por Mancini no decorrer dos jogos, o jogador também melhora a criatividade do meio campo. Quando fez a função de segundo homem do meio, jogou ao lado de Amaral. Caso seja escolhido por Mancini, desta vez, estará ao lado de Andrei Girotto e vai precisar auxiliar mais na marcação.
Campinho Chapecoense Luiz Antonio Nadson (Foto: Reprodução)
MOISÉS
O jovem volante de 21 anos foi contratado junto ao Grêmio, onde teve poucas chances na temporada passada. Na Chapecoense, situação semelhante. Apesar de sempre ser relacionado para os jogos, ganhou apenas uma oportunidade com a camisa da Chapecoense. Foi contra o Joinville, na estreia da Primeira Liga, quando o Verdão utilizou time reserva. Com características de marcação, o esquema continuaria caso seja essa a opção de Mancini. 
Campinho Chapecoense Moisés (Foto: Reprodução)

TRÊS VOLANTES
Uma formação bem diferente em relação ao que vem praticando o técnico da Chapecoense em campo. Ainda sem achar seu homem de armação, Mancini tem a opção de colocar três volantes para fortalecer a marcação, dando mais liberdade para Andrei Girotto e Luiz Antonio saírem para o jogo. Apesar de ainda não ter jogado assim, é uma boa formatação para enfrentar o Zulia, que tem um forte meio campo ofensivo composto por Arango, Orozco e Savarino, artilheiro da equipe venezuelana.
Campinho Chapecoense Moisés e Luiz Antonio (Foto: Reprodução)

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