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sábado, 15 de abril de 2017

Eduardo Baptista responde perguntas da torcida e elogia clima no Palmeiras Treinador participa do "Troca de Passes", acaba com a curiosidade dos internautas e fala sobre a timidez do atacante Borja: "Está se adaptando ao futebol brasileiro"

Por São Paulo
Técnico do Palmeiras desde o início desta temporada, Eduardo Baptista assumiu o cargo que era de Cuca, que decidiu se dedicar à família em 2017 após a conquista do título do Campeonato Brasileiro. O treinador chegou ao clube com a responsabilidade de manter o Alviverde no caminho nas vitórias. E até o momento ele tem tido êxito, com a liderança no Grupo 5 da Libertadores e a classificação para a semifinal do Paulistão contra a Ponte Preta. Em alta com os torcedores, o treinador respondeu perguntas enviadas através das redes sociais do SporTV. 
Eduardo Baptista coletiva Palmeiras (Foto: Felipe Zito)Eduardo Baptista participou do programa "Troca 
de Passes", do SporTV (Foto: Felipe Zito)
 Eduardo Baptista falou sobre o comportamento dos jogadores em campo e da timidez do atacante Borja, um dos principais reforços do clube para a temporada 2017. Ao responder uma pergunta sobre a disputa por posições dentro do elenco alviverde, ele fez questão de destacar o bom ambiente. 

- Eu acho que uma equipe, como o Palmeiras faz, busca os melhores jogadores. É uma pressão por títulos muito grande dentro do Palmeiras, você tem que ter jogadores de qualidade. É um mérito da equipe que busca jogadores qualificados para conseguir títulos importantes que a torcida tanto deseja. 
Confira as perguntas feitas pelos torcedores ao técnico Eduardo Baptista:
Leonardo Modesto: O Palmeiras em muitos momentos mostra-se instável durante a partida, principalmente emocionalmente. O que você pretende fazer para mudar essa situação, em uma partida que pode decidir a continuidade em um torneio?
Eduardo Baptista: Não vejo uma equipe que se mostra instável. A gente passou por diversas situações em que saímos atrás do placar. E mantivemos o equilíbrio, a serenidade, a organização, botamos a bola no chão e conseguimos sair de situações adversas. Foi assim contra o Tucumán, contra o Novorizontino, contra o Peñarol. Então não vejo esses momentos de instabilidade.
Borja Palmeiras (Foto: César Greco / Ag. Palmeiras / Divulgação)Borja é um dos principais reforços do Palmeiras (Foto: César Greco / Ag. Palmeiras / Divulgação)
Luiz Henrique Stoduto: A busca por tantos jogadores de excelência para apenas um time não atrapalha, em um certo momento, por ter que deixar um jogador desses no banco?
Eduardo Baptista: Eu acho que uma equipe, como o Palmeiras faz, busca os melhores jogadores. É uma pressão por títulos muito grande dentro do Palmeiras, você tem que ter jogadores de qualidade. É um mérito da equipe que busca jogadores qualificados para conseguir títulos importantes que a torcida tanto deseja. 
Leonardo Alves: Como lidar com a timidez do Borja e fazer ele jogar mais?
Eduardo Baptista: O Borja é um jovem, está se adaptando ao futebol brasileiro. O Borja veio de um calendário em que se joga 50 partidas no ano, e está chegando em um calendário em que se joga 80. Não é a timidez dele, é o tempo de se preparar fisicamente, psicologicamente, tecnicamente. É um jogador em evolução, jovem, de qualidade. Muito em breve, ele vai atingir o seu ápice.
Soares: Pergunta se o pai dele está bem. O cara é brabo!
Eduardo Baptista: Ele está muito bem, graças a Deus, com saúde, trabalhando, feliz, líder do Campeonato Japonês. É um cara que fez história lá, muito respeitado. Realmente, ele é brabo, mas é um cara muito justo, gosta das coisas certas. É um cara muito do bem e merece tudo que conquistou até hoje.
Cadu: Eduardo Baptista, quantos jogos na sua vida você viu irem até os 56 minutos? 
Eduardo Baptista: Todos os jogos que tiveram muitas paralisações, expulsões, brigas ou um time fez antijogo. Todos os jogos que tiveram tudo isso foram até os 54 ou 55 minutos.
Nelsinho Baptista Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Eduardo e o pai Nelsinho durante o período do técnico do Palmeiras no Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
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