O melhor do esporte é aqui !

CURTA A FANPAGE NO FACEBOOK

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Sem saber o que é gol no estadual, Fabiano faz cobrança: "Fico chateado" Camisa 9 do Parnahyba passa mais uma rodada em branco e confessa paciência. Em derrota para Piauí, atacante percebe falta de concentração do time: "Acontece"

Por Teresina




Complicado para o cara que é camisa 9 do time não marcar. Pesa ainda mais o fato desse camisa 9 passar o campeonato inteiro sem fazer um gol sequer. Essa tem sido a vida de Fabiano, o camisa 9 do Parnahyba. Referência no ataque azulino, o jogador ainda não sabe o sabor da comemoração de um gol. Na derrota do time para o Piauí, por 1 a 0, pela quarta rodada do returno (veja no vídeo acima), Fabiano passou em branco de novo. E revelou uma cobrança pessoal.  
Piauí x Parnahyba, Campeonato Piauiense 2017 (Foto: Joana D'arc Cardoso )Piauí x Parnahyba, Campeonato Piauiense 2017 
(Foto: Joana D'arc Cardoso )
- Tenho ajudado taticamente a equipe, tenho essa certeza que tenho ajudado. A cobrança é muita, fico chateado por não ter feito gol. Por exemplo, penso assim: poderia sair um gol do Fabiano contra o Piauí e ter ajudado o Parnahyba. É ter essa paciência - comentou Fabiano.
+ Tonet reclama de apatia do Parnahyba e reprova atitude: "Nítido comodismo"

O revés para o Piauí derrubou o Parnahyba do G-4. Na partida, Fabiano não teve aquela chance. Muito marcado, brigou nos lances e em alguns momentos subiu até o centro de campo para pegar na bola. O rendimento do Tubarão também não foi bom, como reclamou o técnico Fernando Tonet.    
- Futebol é assim, tem dia que nada dá certo. Nossa bola não entrou, sempre batia na canela e saia do domínio. É ter paciência, trabalhar para se concentrar mais na próxima partida porque entramos sem concentração. É normal se acomodar, infelizmente aconteceu hoje, Esperávamos fazer gol a qualquer momento, e não saiu - analisou o atacante. 
O Parnahyba só volta a campo na próxima quinta-feira, dia 20. O Tubarão retorna a Teresina para enfrentar o Altos, no Lindolfo Monteiro.
Postar um comentário